quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Resenha do livro "Um dia"

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Páginas:411
Editora: Intrínseca
Autor: David Nicolas


Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro.
Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas — vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.
Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.


Esse livro é essencialmente sobre a vida sobre a importância do dia de hoje, porque nós não poderemos saber o que acontecerá amanhã.A história de Em e Dex,demostra que cada dia que acordamos é cheio de possibilidades e de imprevistos,coisas boas e coisas ruins.

Pra mim "Um dia" foi uma lição de vida a primeira vez que eu tentei ler esse livro  eu o deixei de lado porque não fluiu eu não estava conseguindo me ligar a leitura,mas uns três meses depois minha mãe leu e me disse que era muito bom,e para prender minha mãe tem ser um livro realmente muito bom.

"— Alguma novidade?Alguma ação,em termos de vida amorosa?
— Ah,você me conhece.Eu não tenho emoções.Sou um robô.Ou uma freira.Uma freira-robô.

— Não é,não.Você finge ser,mas não é".

Eu recomecei a lê-lo e depois de um tempo eu peguei o ritmo do livro,como eu disse anteriormente "um dia" é um livro sobre a vida então se você não gosta muito de livros com casais por causa do melodrama fica tranquilo (a) porque ele não foca em Emma e Dexter como um casal,mas sim como seres humanos aprendendo a viver

"Era hora de dar um sentido à vida.Hora de começar de novo".

Eu super recomendo esse livro porque além de te surpreender,vai te fazer refletir sobre a fragilidade do dia de amanhã, que nós na verdade nem sabemos que temos.
"Olha só um dia novinho em folha"
"Sim um dia novinho em folha"

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Morada nas estrelas

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estrelas

As vezes eu imagino como seria me cobrir de estrelas,fugir do mundo e de todas as tristezas e saudades de todos os dias em que a dor é insuportável,essa distrações que nos levam para outros caminhos e nos roubam o objetivo que é viver,que nos roubam o objetivo que é ser feliz.


As vezes eu simplesmente tento me imaginar como seria morar com as estrelas,e descobrir se com seus bilhões de anos elas são felizes,descobrir algum segredo que elas saibam sobre a humanidade.

Aprender algo,e sentir alguma coisa evoluir,porque vendo daqui parece que a humanidade será sempre a mesma ao decorrer dos séculos,e essa involução,esse retrocesso que nos consomem. 


Eu devia passar menos tempo nas nuvens,menos tempo pensando sobre esse universo infinito,mas eu sou assim sempre tenho que manter pelo menos um pé no chão porque se eu me descuido eu sonho demais e vivo de menos.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Resenha meu pé de laranja lima

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Autor: José Mauro de Vasconcelos
pág: 193

Ano: 1968
Gênero: Drama




Sinopse: Zezé é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga,um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo. 

Meu pé de laranja lima é o tipo de livro que nós recomendamos para aquela pessoinha que vive dizendo que não gosta de ler,porque é quase impossível não gostar desse livro,além de ser um livro com uma linguagem fácil.

“Sinto um sol de felicidade dentro do meu coração.”
O livro é narrado em primeira pessoa,então tem aquela ingenuidade infantil,mas o protagonista em si é precoce,Zezé é um garotinho adorável que sonha em ser poeta e usar gravata de laço,infelizmente vive em uma realidade que o deixa triste e o seu único consolo são suas aventuras ao lado do seu melhor amigo o pé de laranja lima.

“Você precisa saber que o coração da gente tem que ser muito grande e caber tudo que a gente gosta.”
Zezé é muito travesso gosta de chamar atenção e com isso muitas vezes ele apanha tem uma vez que ele é realmente espancado,mas dá pra perceber que ele não apanha apenas por ser travesso,ele apanha porque ele é o "bode expiatório" da casa,ou seja todos (menos glorinha a irmão que cuida dele) descontam suas frustrações nele.

“A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um a dia a pessoa morre.”
Depois que Zezé conhece o "portuga",sua vida muda um pouco e Zezé enxerga nele o pai que queria ter,mas infelizmente um acontecimento os separa e essa é a parte mais triste do livro confesso que chorei e que senti a dor daquela criança.

“Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela, sem poder contar para ninguém o segredo."

O livro termina um pouco triste,um pouco nostálgico e provavelmente vai te deixar em uma ressaca literária daquelas,mas eu recomendo assim mesmo é um livro pra ler e reler e que vai continuar passando de geração em geração tenho certeza.

“A verdade é que a mim contaram as coisas muito cedo.”

Espero que tenham gostado do post  e se interessado pelo livro,diz aí nos comentários o que achou que eu desde já agradeço muito.Um beijão até a próxima.

 
 
 





quarta-feira, 19 de julho de 2017

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As pessoas são pessoas


Eu já não considero certos rótulos como verdade absoluta,tive experiências suficientes nos meus dezenove anos de vida,para saber uma coisa,as pessoas nem sempre são o que dizem ser.As pessoas nem sempre são o que parecem ser.

Como eu sei disso?Acredito que do mesmo modo que você,eu sei disso porque me relacionei com pessoas,amei,me decepcionei e decepcionei pessoas,eu vivo aqui em  meio a sociedade,o ser humano é um animal gregário,nós vivemos em bando,e até quem detesta estar em sociedade precisa de um contato com o mundo de vez em quando.

Eu não vou mentir,viver em sociedade me esgota as vezes,você já teve aquela vontade de fugir?Fugir do ônibus lotados,de asfaltos escaldantes,de ir para faculdade,trabalho ou escola. As vezes é cansativo conviver com as pessoas,é difícil até mesmo conviver com a pessoa que somos.

No entanto,vejo o lado bom nisso tudo,as pessoas têm seu lado bom.Tem aquele amigo que o sorriso te inspira a sorrir,aquela mãe que é totalmente dramática e paranoica,mas que você não vive sem,têm pessoas que não estão mais presentes na sua vida e você lembre vagamente do cheiro ou do abraço guardado na memória e essas lembranças te aquecem o coração.

Sim,eu sei que estou me contradizendo,mas a verdade  é que vivemos em um mundo em que coisa boas e ruins estão entrelaçadas,o bem e o mal dividem espaço até mesmo dentro de nós,o eu quero dizer é que você vai encontrar pessoas falsas,pessoas que retribuem o bem com mal,gente que usa pessoas como coisas e seres humanos que viraram máquinas.

Porém,tenha certeza,você encontrará pessoas que abraçam apertado como se pudessem costurar seu coração,que vez por outra se quebra,que te farão rir até sua barriga doer,pessoas que erram e acertam,assim como eu e você,mas principalmente pessoas que estão dispostas a se entregar a serem o que são com autenticidade,sem máscaras e sem restrições,pessoa que são apenas pessoas.

Euhumanaefinita.blogspot.com.br.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Esclarecimento de uma blogueira sumida

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Olaaaá amadinhos. Eu ando meio sumida nas redes sociais, e também não tenho postado com a devida freqüência aqui no blog, então acho que devo uma explicação à vocês que acompanham e também aos parceiros, não é?

quarta-feira, 12 de julho de 2017

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Nossas rachaduras


Foto de: Fernando A. Sá de Moraes


Todos temos rachaduras e todos somos mutáveis, nossas​ cicatrizes nos fazem quem nós somos,são nossas rachaduras que nos compõe.

Aquela primeira vez que sua inocência infantil​ começou a se desfazer aos poucos,ou quando você pode perceber que seus pais não são super heróis e não podem controlar tudo.

Quando você se apaixonou e a seguir teve o coração despedaçado,mas sentiu que quando passou,ficou mais forte no lugar onde​ quebrou.

As vezes nós queremos apagar o que nos faz ser nós é nos faz ser humanos o nosso passado, acontece que nós não podemos nos esconder de nós mesmos  não podemos fingir que o passado não aconteceu.

O passado explica muito o presente,mas não o determina, você deve abraçar o seu passado e aceita-lo olhar pra ele sem medo, porém saber que é o agora que importa,pois esse presente que nos é dado a cada dia e que tem que ser vivido.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Resenha: Por lugares Incríveis - Jennifer Niven

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Resenha:Por lugares incríveis

Autora: Jennifer Niven
Ano: 2015
Pág: 392
Gênero: YA/drama
Por lugares incríveis livros

Sinopse:Violet Markey tinha uma vida perfeita,mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente​ de carro e apenas Violet sobrevive.Sentindo-se culpada pelo o que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente.
Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão,o pai violento e a apatia da família.
Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora,Finch pesquisa métodos de suicídio é imagina se consegue levar algum deles a diante.Em uma dessas tentativas ele vai para o alto da torre da escola e,para sua surpresa encontra Violet também prestes a pular.Um ajuda o outro a sair dali e essa dupla improvável,se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram, nessas andanças,Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo e a garota para de contar os dias e passa a vive-los.

Minha opinião​ sobre o livro:

Confesso que tenho uma queda por esse gênero (YA/drama),mas ultimamente poucos têm de fato me surpreendido e me acrescentado algo,mas  com toda certeza "Por lugares incríveis" é surpreendente,foi o melhor livro que li esse ano,e olha que eu li quarenta e um livros até agora (VICIADA).

"Não sou perfeita.Tenho segredos.Sou uma bagunça.Não só o meu quarto,mas eu mesma.Ninguém gosta de bagunça".


Violet se torna uma menina triste e fechada para o mundo depois da morte da sua irmã, mas isso começa a mudar quando ela encontra Theodore Finch na beira do parapeito da torre da escola,ela caminha até lá sem ter consciência do que está fazendo exatamente ela vai no impulso e quando percebe aonde está entra em pânico, Theodore a ajuda a sair dali e então ela o ajuda.
Logo depois ele a convida para ser sua dupla em um trabalho de geografia,no qual a finalidade é explorar os lugares incríveis do estado deles.

"Ao que parece crescer trinta e cinco centímetros é fácil,o difícil​ é conseguir crescer para além do rótulo"


Theodore tem crises de depressão, é rotulado de "aberração" e convive com uma família onde nas próprias palavras dele "cada um corre para um lado",mas encontra em Violet possibilidades que o permitem continuar "desperto"  e isso é uma das coisas mais bonitas no livro o esforço que ele faz pra não "deixar a escuridão tomar conta" e não ser uma decepção para Violet, eu realmente amei esse personagem porque de primeira ele te cativa,por ser tão escancaradamente humano e por ser vários personagens em um só.

"É mais vantajoso fingir ser como todo mundo mesmo sabendo desde sempre que somos diferentes".


Violet tinha medo da vida, medo de si mesma e se culpa por ter sobrevivido e a irmã não, é através de Theodore que ela tem a vida de volta, através dele ela reaprende a amar e a sorrir e reencontra a si mesma e por mais imprevisível que ele seja, Theodore a lembra que a vida também tem coisas boas e que apesar de tudo parecer sem sentido, há uma coisa que dá sentido a existência: o amor.

"Não dizem que não existe hora melhor do que o agora? Você melhor do que ninguém deveria saber que só o agora é garantido".

Por lugares incríveis consegue não ser um livro mórbido apesar de abordar o suicídio e a depressão,consegue ser um livro ao mesmo tempo alegre e triste e você pode ter certeza que ele não é nada clichê.Super recomendo é o tipo de livro  que você tem que ler.

Espero que tenham gostado da resenha deixem nos comentários o que acharam,até a próxima beijos.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Entrevista com o autor Glauco Freitas

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A entrevista de hoje é com nosso parceiro Glauco Freitas.

Entrevista: 

1- Além de escritor, o que mais você faz?
Eu trabalho como ins­trumentador cirúrgico em dois hospitais de Curitiba. Além di­sso sou pai de um me­nino de 2 anos e mei­o, então isso toma praticamente todo o meu tempo livre.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

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Carta a paixão


Você se lembra de mim?Eu sou aquela menina que desde o início se encantou por ti e aos poucos a amizade que tinha foi se transformando em algo mais doloroso, não digo amor, pois,creio eu que amor não dói, talvez fosse paixão, não sei o que era só sei que cada vez mais você ocupava meu coração.
Nunca tive coragem pra te dizer, eu e essa minha característica covardia,mas uma amiga nossa disse e você? Bom acho que não ligou muito pra isso.Não consegui mais ser sua amiga, não consegui sequer te olhar direto,e  você com aquele sorrisinho de moleque e seus olhos castanhos, bem que tentou fazer tudo ficar igual a antes,pode ter ficado pra você,mas não pra mim e a dor foi ficando vertiginosamente mais forte a cada dia.
E então com um golpe final de dor meu coração se estilhaçou e você se apaixonou, não por mim é claro, mas se apaixonou,e  o que sobrou da minha paixão? Nada,a não ser os caquinhos que ainda tento juntar e não é culpa sua,nem de ninguém é só azar,azar de se apaixonar,de deixar o coração tomar livremente suas decisões só pra depois se machucar.
E eu vou novamente​ remendar esse coração arrogante que não obedece às ordens da minha mente,e vou esperar, esperar alguém que me ajude a concertar , alguém que seja pra mim de verdade e me aceite assim como eu sou (toda despedaçada), alguém que me ajude a curar.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Entrevista com o autor Rodrigo Carvalho

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A entrevista de hoje é com o autor Rodrigo Carvalho, que é nosso parceiro.

1- Qual ou quais gênero(s) literário(s) você gosta de escrever? 
R: Gosto muito de escrever contos de terror. O terror realmente me fascina. Filmes, histórias, lendas... mas para livros realmente acho complicado escrever terror porque, pra mim, para ser bom precisa ser uma história envolvente e rápida. Já li livros de terror e foram poucos que me agradaram. Mas contos de terror me fascinam. Para livros, prefiro histórias com muita ação ou, principalmente, fantasia, do estilo saga mesmo, como “O Senhor dos Anéis” e “Harry Potter”. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

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Minha paixão


Escrever e ler são minhas formas de respirar,de me ausentar um pouco desse mundo apressado que faz tudo com uma ansiedade frenética,como se algum de nós humano,finitos e limitados pudesse correr contra o tempo.
Escrever é como uma oração,e através da linhas e palavras eu arranco a angústia que as vezes insiste em morar dentro de mim.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Resenha: Mulheres Que Não Sabem Chorar - Lilian Farias

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Título: Mulheres Que Não Sabem Chorar
Autora: Lilian Farias
Gênero: Romance
Págs: 208
Formato: 20,8 x 13,8 x 1,2 cm
Acabamento: Brochura c/ orelha
Editora: Giz
Preço (físico): R$29,90
Preço (eBook): R$5,99
Onde Comprar (físico):  AmazonSaraiva
Onde Comprar (eBook): Amazon

Notas:
Capa: 10/10
Conteúdo: 9/10
Diagramação: 9/10
Geral: 9,5/10

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Quem eu sou ainda está a caminho.

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           Quem eu sou ainda está a caminho.

                             

  A cada dia uma parte de mim se vai,como pedaços soltos fragmentos do espaço,eu queria deixar as partes boas que me pertenceram no passado,mas parece que elas se foram pra sempre,como a luz quando sugada pra dentro de um buraco negro.
  Essas partes desaparecem,simples assim,sem eu me dar conta aos poucos,silenciosamente e quando eu percebo já não sei quem eu sou,não sei o que sobrou e só vejo que se foi quando já é tarde.
  Então fica a questão:quem eu sou?Sei que não sou mais amenina meiga que tinha um amor quase incondicional por todos ao seu redor,sei que não me resumo apenas a menina que tirava dez em história e literatura e cinco em matemática e química.
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