sexta-feira, 22 de junho de 2018

Mystery Box Clube Literariamente

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Oi, oi, meus amores. Tudo bem? Hoje venho contar para vocês um pouquinho sobre o trabalho do Clube Literariamente, que agora é nosso parceiro, e sobre tudo o que a gente recebeu na primeira Mystery Box deles. Vamos lá?

O Clube Literariamente é novo no mercado. Apesar disso, é possível ver que ele vêm com o intuito de conquistar o coracao dos leitores de plantão, com planos de assinaturas acessíveis e cheios de coisas incríveis.

domingo, 13 de maio de 2018

Opnião sobre A barraca do Beijo - Por Gabriel de Souza

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"Ela não tinha nada para manter segredo do seu melhor amigo, exceto uma coisa."

 A barraca do beijo, ou The Kissing Booth. É um dos filmes de ficção adolescente mais comentados da internet dos ultimas semanas. Acabei de ver o filme, então eu vim correndo escrever o que tinha achado desse filme, que promete ser o novo Lagoa Azul por muito tempo. O filme me parece uma ótima adaptação do livro de mesmo nome em inglês, escrito na incrível plataforma do Wattpad, que depois de publicado por uma editora americana na versão física, atraiu os olhares da Netflix para produzir um filme original. O que é algo bem interessante. O filme basicamente conta uma certa parte da história de uma garota chamada Elle Evans que nasce junto com o filho da melhor amiga de sua mãe e seu futuro melhor amigo, Lee Flynn.


Apesar de ser um filme bem romântico, A barraca do beijo junta muita coisa estereotipada tanto na sociedade americana como aqui no Brasil que já conhecemos. Esses foram os pontos baixos do filme e que o fizeram deixar a desejar. Esses estigmatismos faz  com que o filme pareça que foi criado em uma época, onde os tabus eram os mesmos de dez ou a vinte anos atrás. Um dos rótulos típicos da história são as aparições de "Mean Girls" na história. As meninas que sempre são as mais bonitas, as mais populares e que usam isso em prol de conseguirem o que querem, pode até favorecer no desenvolvimento da narrativa, mas no meu ponto de vista, á protagonista é independente de mais para precisar de uma "forcinha". A minoria homossexual, por incrível que pareça, esse filme só mostrou um caso assim, tão discreto que é quase imperceptível que tenha algum tipo de relacionamento não heteronormativo na história do filme. A participação de atores negros no filme é algo muito, muito mais sutil do que a aparição de gays. Eu realmente não percebi atores negros nesse filme, e isso é triste, principalmente para um filme produzido pela própria Netflix. A mesma Netflix produtora de "Cara Gente Branca".


Bom até agora só críticas construtivas né, mas agora vamos falar dos pontos altos da trama do filme. Apesar de ter alguns pontos fracos e que precisam ser atualizados em filmes de ficção adolescente, o filme mostra com desenvoltura no entendimento e na responsabilidade da protagonista em saber lidar com a sua vida sexual, que acaba de se aflorar com a pessoa "certa", que no caso é a pessoa que ela sempre sentiu um desejo meio que proibido, mas ainda genuíno. A personagem meio que dá uma lição nos telespectadores dizendo basicamente algo do tipo: "eu posso ser destrambelhada e ter varias regras com meu melhor amigo, regras essas que fizemos aos 6 anos de idade, mas quando as coisas tem que acontecer você vai ser madura o suficiente para saber que é o momento certo ou não, e terá que lidar com a consequência de suas escolhas." Isso me parece ter haver com o fato do livro do filme ter sido escrito por uma mulher, mas não acho certo afirmar que seja por isso.


O filme mostra nitidamente algo que precisava ser dito a muito tempo: "não escolhemos por quem vamos nos apaixonar." O fato do contexto do filme se passar por promessas e regras,  faz com que a personagem se toque que ela está sofrendo ao esconder um segredo do seu melhor amigo, e ao mesmo tempo sendo infeliz ao não assumir seu grande amor. Tudo isso contribui para entrar o questionamento de que até onde podemos fazer a vontade de quem nós consideramos muito, para manter-los em nossas vidas. 


Opinião: O filme retrata bem o que pode ser uma adolescência dos anos 2000, o fato do filme não focar em outras questões em ascensão dos movimentos atuais, não justifica sua ausência. O filme destaca de forma mediana a importância dos novos meios de comunicação nas nossas relações interpessoais, principalmente quando se fala de adolescentes. A adaptação me parece fiel no quesito romântico que tem o potencial de emocionar qualquer um que o assista. O livro é mais um clichê de sucesso e que merecia se tornar uma adaptação. Ele está longe de ser um dos meus filmes favoritos, mas acredito que vou ouvir falar muito dele, e que com certeza vai servir de inspiração para muitas outras histórias que estão por vir.

domingo, 6 de maio de 2018

Opinião sobre Super Dark Times - Por Gabriel de Souza

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A fase da adolescência.


 Não, por mais que pareça, esse filme não é nem Stranger Things e nem Os 13 porquês. Ela é muito além de um clichê adolescente, confesso que antes de saber disso já estava sentindo sono. A proposta do filme, acredito eu, é muito diferente de tudo que você possa ter visto, talvez similar a outra coisa, mas não é igual.



 O filme conta a história de 4 "amigos" de um subúrbio interiorano americano. Esses garotos são o esteriótipo de garotos de classe média dos anos 90. Fúteis, clichês, mas o mais importante, adolescentes. O fato do filme retratar a imprudência da fase da adolescência, deixa nítido como essa fase pode ser crucial e fatal para todos que passam ou vão passar por ela, te faz lembrar de suas mancadas e lembrar que graças a deus não foi como a mancada desse garotos.


 Ao mesmo tempo que o filme retrata a imprudência e como podemos ser influenciado por nossas companhias, ele mostra como algumas coisas sobre a personalidade de alguns conhecidos pode vir à tona a qualquer momento, só precisa de uma oportunidade, um acontecimento, e você descobre o quão egoísta, psicopata, repugnante e negligente pode ser aqueles que você chama de amigos.


Opnião: Esse filme é um dos filmes ambíguos que já vi, tem varias mensagens, principalmente porque retrata a subjetividade dos envolvidos. A percepção de um acontecimento para cada um faz com que você fique aflito a perceber que nem todos optam pelo "certo a se fazer". O filme é incrível, assistiria novamente e chamaria mais gente para ver. 





terça-feira, 1 de maio de 2018

Opinião sobre 3096 Dias de Cativeiro - Por Gabriel de Souza

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"Quando ela conseguiu escapar oito anos depois, sua adolescência havia acabado."



O filme, baseado em fatos reais, conta a terrível história do sequestro de Natascha Kampusch, sequestrada por Wolfgang Priklopil, um maniaco que a sequestra quando ela tinha apenas dez anos de idade e ia para à escola sozinha. Ele à mantem em carcere em um pequeno quarto no porão de sua casa durante 3096 dias ( 8 anos ), o que dá o título ao filme.



 Infelizmente o filme não é indicado para todos, pois possui muitas cenas inadequadas para algumas faixas etárias, tanto que não é recomendado para pessoas menores de 16 anos de idade pelos próprios produtores. O filme retrata de forma linear o envelhecimento da protagonista durante o seu  período de cárcere, o amadurecimento das ideias dos outros personagens sobre o acontecimento e o próprio amadurecimento da protagonista em relação aos seus planos.



 Pode-se dizer que ao analisar o filme, um espectador atento pode notar certos padrões de humilhação da garota, em relação aos modos que a mãe do sequestrador o faz durante algumas cenas do filme. Podendo evidenciar alguns possíveis fenômenos de comportamento, psicopatológico devido a sua criação. Essas cenas citadas, poderiam ser exemplificada com aquela fala, que as mães costumam dizer as suas filhas: " para saber se o garoto vai te tratar bem como esposa, verifique como ele trata a mãe dele." Entretanto, de uma forma as avessas. O sequestrador refaz de forma doentia, possíveis episódios vividos por ele em sua infância em relação aos métodos educacionais de sua mãe, de forma que quando é eximido alguns desses métodos simulados durante o filme, ele não toma nenhuma atitude.

O cenário do filme é essencial para entendermos o verdadeiro pesadelo que a garota viveu durante todo o episodio de horror. Mostrando que o pensamento de suicídio pode ser desenvolvido quando o ser humano é mantido em situações extremas de estres e confinamento. A garota fica frustrada diversas vezes por não aceitar sua situação, principalmente quando, aos poucos, ela vai ganhando a "confiança" do sequestrador, que te proporciona certa "liberdade" ao permiti-la ir com ele ao supermercado e até dado momento da história, ir esquiar com ele. Tudo isso acontecia sobre a premissa de que ele estava armado e que qualquer tentativa de fuga dela durante o passeio, seria inútil.

 Opinião: O filme é um documentário, ao mesmo tempo que uma obra de arte incrível, principalmente para os apreciadores do gênero. O filme tem algumas partes que podem ser desagradáveis, tanto em sentido de roteiro, quanto no quesito tensão durante o filme. O filme não trás com clareza, por exemplo, qual seria o objetivo do sequestrador durante o sequestro ao longo da historia, pois acredito eu que, sua mente doentia sempre mudaria a desculpa de ter mantido aquela pobre e ingenua garota em cativeiro. O sentimento ingênuo da garota também me fez refletir sobre nossa fragilidade como pessoas, de acreditarem nas palavras alheias, e contarmos com o ovo ainda na galinha. O que quero dizer com isso? Quero dizer que a garota durante todo o filme, foi gradativamente forçada a desacreditar na ideia que seria salva, pois caso ela mantivesse a convicção de que seus pais ou o próprio sequestrador, algum dia à libertasse, talvez a história teria um fim muito mais drástico, ou pior, nós nunca saberíamos o que realmente essa garota passou dentro daquele cativeiro no subsolo de uma casa comum.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Enigma da Fazenda

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Título:Enigma da Fazenda
Autor: Vera Lúcia Marinzeck
Edicão: 2010
Gênero: Espiritismo
Páginas:264
Preço: R$ 26,90
Onde Comprar: Saraiva
Nossa Classificação: ☆☆☆☆☆ (3/5)


Sinopse:

O que se fazer, quando as explicações não condicionam nosso psiquismo, quando tudo está além da nossa compreensão momentânea, ou quando começamos a presenciarmos aqueles que já foram.

Opnião sobre O quarto de Jack - Por Gabriel de Souza

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 "Você vai amar! - O que? - O Mundo!"




Esse é um dos filmes mais emocionantes que já vi em toda minha vida. Um filme bem trabalhado, pode até ser um pouco sonolento a princípio, mas ele traz consigo a visão de uma criança que viveu a vida inteira dentro de um quarto. E uma mãe, que antes ensinou o filho a entender que um quarto era tudo, mas agora enfrenta o desafio de-o esinar que o mundo é muito mais do que aquele quartinho, onde ele é privado da sua real liberdade, desde o seu nascimento.
O filme "O quarto de Jack" trás à tona, lembranças do "mito da caverna de Platão". "O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.”


domingo, 22 de abril de 2018

Dia da Terra - por Gabriel Souza

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Acharam que eu não ia problematizar esse dia nens?

Acharam errado, mas não vou mostrar menos que meu ponto de vista. O dia da nossa casa, o dia do lugar onde nascemos e provavelmente morreremos. Já que esse dia, por muitos é ignorado, o dia do planeta que te permitiu viver e você não liga, mas não é só para isso que você não liga, tenho certeza.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Resenha: E Desaparecemos Um No Outro - Ivan Jaf

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Título: E Desaparecemos Um No Outro
Autor: Ivan Jaf

Edicão: 1 - 2016
Gênero: Romance
Páginas: 168
Preço: R$ 34,90
Onde Comprar: Panda Books
Nossa Classificação: ☆☆☆☆☆ (5/5)



Sinopse

O relacionamento entre Aline e Renato estava indo bem até que o garoto resolveu forçar a barra para a primeira transa. Como Aline não quis ir adiante, Renato espalhou pela escola que havia tirado a virgindade da garota. Inconformada com a situação criada pelo agora ex-namorado, Aline encontra apoio em seu amigo João, que, em segredo, era apaixonado por ela.
Com a proximidade, o sentimento de amizade entre eles muda, e João finalmente poderá se declarar para sua grande paixão. Porém, tanto Aline como João estão passando por uma fase cheia de dúvidas e de tomadas de decisão. Juntos, eles irão descobrir que possuem muito mais coisas em comum do que era possível imaginar.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Resenha: Contos De Um Guerreiro: Como Nasce Uma Lenda - Bárbara C. Oliveira

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Título: Contos De Um Guerreiro: Como Nasce Uma Lenda
Autor: Bárbara C. Oliveira

Edicão: 2016
Gênero: Romance
Páginas: 202
Preço: R$ 30,40
Onde Comprar: Editora Multifoco
Nossa Classificação: ☆☆☆☆☆ (3,5/5)


Sinopse

Eu o abracei e o vi indo embora, apenas uma fagulha perto das chamas que eu estava prestes a testemunhar… Já é quase fim de tarde e até agora, nada a não ser o som do vento, incessante.
Provavelmente já pensei em umas mil formas para matar aquela evolução de cobra, mas sei que nenhum desses planos dará certo, não contra Aquilo. Se eu falhar, não apenas morrerei, mas também toda uma cidade… Não posso ficar parada esperando que ele me ataque, tenho que fazer alguma coisa, me preparar. Olhei em volta e deixei o poder fluir através do meu corpo. – Circuli Ignis!

domingo, 15 de abril de 2018

Opinião sobre Big Eyes - por Gabriel de Souza

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Real, monótono e razoavelmente emocionante. Essas três palavras podem definir o sentimento de um telespectador comum ao assistir pela primeira vez o filme Grandes Olhos ( Big Eyes ), um filme de drama leve, quase infantil, que pode ser ao mesmo tempo abstrato em algumas áreas e super clichê em outras.

Dirigido por Tim Burton, que particularmente é um dos meus produtores e artistas favoritos de cinema, o filme Big Eyes traz de forma minimalista e sutilmente resumida a vida e a trajetória do sucesso da artista pop Margaret Keane, interpretada por Amy Adams e a reviravolta por revelar a real autoria dos quadros que eram supostamente pintados pelo seu ex-marido. 
 Ao ser alienada por seu marido Walter Keane interpretado por Christoph Walts, que é levado pela ambição de levar todo o mérito pelas obras da verdadeira artista, Margaret que era pobre de ambições e carente de reconhecimento, é finalmente desbancado pela sua esposa, o filme relata claramente que Margaret, depois de dez anos, não consegue suportar mais o peso de muitas mentiras sobre o seu real potencial criativo e artístico, além da tarefa sem sentido de criar para sustentar uma mentira que cada vez fica maior.
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